Tratamentos/Poda e Necessidades Hídricas

     
 
botaofruti
 
 
 

Tratamentos/Poda e Necessidades Hídricas

 

Jardim: Ameixoeira

 

 

 

 

AMEIXOEIRA

  
   

ameixeira

 

JANEIRO

Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

Plantar (se o solo estiver seco)

Podar (2)

Após a poda, tratar contra as cochonilhas, ovos de insectos, ácaros e formas hibernantes de fungos, como o pedrado

FEVEREIRO

Proteger contra a lepra com pulverizações preventivas de calda bordalesa ou com um fungicida cúprico
Iniciar as enxertias de formas altas

MARÇO

Semear em viveiro
Prosseguir as enxertias de formas altas
Efectuar enxertia de "coroa"
Após a queda das pétalas, pulverizar contra a broca
Prosseguir tratamentos contra a lepra, crivado, miniliose, oídio e afídios

Adubar

ABRIL

------

MAIO

Despontar as extermidades de crescimento
Efectuar enxertia "de anel"
Pulverizar contra o aranhiço vermelho

JUNHO

Podar
Enxertar "de anel", caso a casca o permita

JULHO

------

AGOSTO

Semear
Enxertias "em escudo"
Combate contra o cancro bacteriano

SETEMBRO

Iniciar a poda e limpeza da árvore
Efectuar última pulverização contra o cancro bacteriano
Apanhar fruto

OUTUBRO

Semear em viveiro
Realizar podas e limpezas nas árvores

NOVEMBRO

Plantar
Podar
Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

DEZEMBRO

------

NECESSIDADES HÍDRICAS

É sensível à secura em solo arenoso

 

 

NOTA

(1) Devem ser apanhadas e amontoadas fora da área do pomar e queimadas. As áreas raspadas devem ser protegidas com uma calda de sulfato de ferro

(2) Os cortes de maiores dimensões devem ser revestidos (unguntos ou lutos e antissépticos)

(3) Nas regiões não sujeitas à ocorrência de geadas

     
 
botaofruti
 
 
 

Tratamentos/Poda e Necessidades Hídricas

 

Jardim: Amendoeira

 

 

 

 

AMENDOEIRA

  
   

amendoeira

 

JANEIRO

Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

Plantar (se o solo estiver seco)

Podar (2)

Após a poda, tratar contra as cochonilhas, ovos de insectos, ácaros e formas hibernantes de fungos, como o pedrado

FEVEREIRO

Proteger contra a lepra com pulverizações preventivas de calda bordalesa ou com um fungicida cúprico
Iniciar as enxertias de formas altas

MARÇO

Semear em viveiro
Prosseguir as enxertias de formas altas
Efectuar enxertia de "coroa"
Após a queda das pétalas, pulverizar contra a broca
Prosseguir tratamentos contra a lepra, crivado, miniliose, oídio e afídios

Adubar

ABRIL

------

MAIO

Despontar as extermidades de crescimento
Efectuar enxertia "de anel"
Pulverizar contra o aranhiço vermelho

JUNHO

Podar
Enxertar "de anel", caso a casca o permita

JULHO

------

AGOSTO

Semear
Enxertias "em escudo"
Combate contra o cancro bacteriano

SETEMBRO

Iniciar a poda e limpeza da árvore
Efectuar última pulverização contra o cancro bacteriano
Apanhar fruto

OUTUBRO

Semear em viveiro
Realizar podas e limpezas nas árvores

NOVEMBRO

Plantar
Podar
Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

DEZEMBRO

------

NECESSIDADES HÍDRICAS

É sensível à secura em solo arenoso

 

 

NOTA

(1) Devem ser apanhadas e amontoadas fora da área do pomar e queimadas. As áreas raspadas devem ser protegidas com uma calda de sulfato de ferro

(2) Os cortes de maiores dimensões devem ser revestidos (unguntos ou lutos e antissépticos)

(3) Nas regiões não sujeitas à ocorrência de geadas

     
 
botaofruti
 
 
 

Tratamentos/Poda e Necessidades Hídricas

 

Jardim: Castanheiro

 

 

 

 

CASTANHEIRO

  
   

castanheiro

 

JANEIRO

Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

Plantar (se o solo estiver seco)

Podar (2)

Após a poda, tratar contra as cochonilhas, ovos de insectos, ácaros e formas hibernantes de fungos, como o pedrado

FEVEREIRO

Proteger contra a lepra com pulverizações preventivas de calda bordalesa ou com um fungicida cúprico
Iniciar as enxertias de formas altas

MARÇO

Semear em viveiro
Prosseguir as enxertias de formas altas
Efectuar enxertia de "coroa"
Após a queda das pétalas, pulverizar contra a broca
Prosseguir tratamentos contra a lepra, crivado, miniliose, oídio e afídios

Adubar

ABRIL

------

MAIO

Despontar as extermidades de crescimento
Efectuar enxertia "de anel"
Pulverizar contra o aranhiço vermelho

JUNHO

Podar
Enxertar "de anel", caso a casca o permita

JULHO

------

AGOSTO

Semear
Enxertias "em escudo"
Combate contra o cancro bacteriano

SETEMBRO

Iniciar a poda e limpeza da árvore
Efectuar última pulverização contra o cancro bacteriano
Apanhar fruto

OUTUBRO

Semear em viveiro
Realizar podas e limpezas nas árvores

NOVEMBRO

Plantar
Podar
Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

DEZEMBRO

------

NECESSIDADES HÍDRICAS

É sensível à secura em solo arenoso

 

 

NOTA

(1) Devem ser apanhadas e amontoadas fora da área do pomar e queimadas. As áreas raspadas devem ser protegidas com uma calda de sulfato de ferro

(2) Os cortes de maiores dimensões devem ser revestidos (unguntos ou lutos e antissépticos)

(3) Nas regiões não sujeitas à ocorrência de geadas

     
 
botaofruti
 
 
 

Tratamentos/Poda e Necessidades Hídricas

 

Jardim: Aveleira

 

 

 

 

AVELEIRA

  
   

aveleira

 

JANEIRO

Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

Plantar (se o solo estiver seco)

Podar (2)

Após a poda, tratar contra as cochonilhas, ovos de insectos, ácaros e formas hibernantes de fungos, como o pedrado

FEVEREIRO

Proteger contra a lepra com pulverizações preventivas de calda bordalesa ou com um fungicida cúprico
Iniciar as enxertias de formas altas

MARÇO

Semear em viveiro
Prosseguir as enxertias de formas altas
Efectuar enxertia de "coroa"
Após a queda das pétalas, pulverizar contra a broca
Prosseguir tratamentos contra a lepra, crivado, miniliose, oídio e afídios

Adubar

ABRIL

------

MAIO

Despontar as extermidades de crescimento
Efectuar enxertia "de anel"
Pulverizar contra o aranhiço vermelho

JUNHO

Podar
Enxertar "de anel", caso a casca o permita

JULHO

------

AGOSTO

Semear
Enxertias "em escudo"
Combate contra o cancro bacteriano

SETEMBRO

Iniciar a poda e limpeza da árvore
Efectuar última pulverização contra o cancro bacteriano
Apanhar fruto

OUTUBRO

Semear em viveiro
Realizar podas e limpezas nas árvores

NOVEMBRO

Plantar
Podar
Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

DEZEMBRO

------

NECESSIDADES HÍDRICAS

É sensível à secura em solo arenoso

 

 

NOTA

(1) Devem ser apanhadas e amontoadas fora da área do pomar e queimadas. As áreas raspadas devem ser protegidas com uma calda de sulfato de ferro

(2) Os cortes de maiores dimensões devem ser revestidos (unguntos ou lutos e antissépticos)

(3) Nas regiões não sujeitas à ocorrência de geadas

     
 
botaofruti
 
 
 

Tratamentos/Poda e Necessidades Hídricas

 

Jardim: Cerejeira

 

 

 

 

CEREJEIRA

  
   

cerejeira

 

JANEIRO

Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

Plantar (se o solo estiver seco)

Podar (2)

Após a poda, tratar contra as cochonilhas, ovos de insectos, ácaros e formas hibernantes de fungos, como o pedrado

FEVEREIRO

Proteger contra a lepra com pulverizações preventivas de calda bordalesa ou com um fungicida cúprico
Iniciar as enxertias de formas altas

MARÇO

Semear em viveiro
Prosseguir as enxertias de formas altas
Efectuar enxertia de "coroa"
Após a queda das pétalas, pulverizar contra a broca
Prosseguir tratamentos contra a lepra, crivado, miniliose, oídio e afídios

Adubar

ABRIL

------

MAIO

Despontar as extermidades de crescimento
Efectuar enxertia "de anel"
Pulverizar contra o aranhiço vermelho

JUNHO

Podar
Enxertar "de anel", caso a casca o permita

JULHO

------

AGOSTO

Semear
Enxertias "em escudo"
Combate contra o cancro bacteriano

SETEMBRO

Iniciar a poda e limpeza da árvore
Efectuar última pulverização contra o cancro bacteriano
Apanhar fruto

OUTUBRO

Semear em viveiro
Realizar podas e limpezas nas árvores

NOVEMBRO

Plantar
Podar
Limpeza dos troncos e das pernadas, raspando musgos e líquenes (1)

DEZEMBRO

------

NECESSIDADES HÍDRICAS

É sensível à secura em solo arenoso

 

 

NOTA

(1) Devem ser apanhadas e amontoadas fora da área do pomar e queimadas. As áreas raspadas devem ser protegidas com uma calda de sulfato de ferro

(2) Os cortes de maiores dimensões devem ser revestidos (unguntos ou lutos e antissépticos)

(3) Nas regiões não sujeitas à ocorrência de geadas

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